Atualizado 22 de junho de 2026

Publicidade

Cientistas e as instituições de pesquisa estão preocupados para desenvolver parâmetros objetivos para comunicar resultados da busca por vida fora da Terra. Por que isso Importa?

O Artigo de referência foi publicado na Revista The Conversation Brasil, por Danilo Albergaria– Pós-doutorando e Jornalista no Laboratório de Astrobiologia, Universidade de São Paulo (USP).

Na atualidade discutir a criação de uma escala ou de parâmetros rígidos para anunciar a descoberta de assinaturas biológicas extraterrestres é um dos debates mais quentes e sérios dentro da NASA e da comunidade astrobiológica internacional.

A ciência está preocupada em como dizer ao mundo quando encontrar algum tipo de vida (para não gerar alarmismo ou falsas expectativas).

Astrobiólogos e instituições de pesquisa de vanguarda, incluindo a NASA, querem estabelecer parâmetros objetivos e uma escala científica clara para comunicar os resultados da busca por vida extraterrestre. Uma comunicação responsável sobre as descobertas científicas, blindando o debate público contra o sensacionalismo e as manchetes distorcidas. Imagem: Copilot: IA da Microsofot

Entre na Seleção Nature & Space

Inscreva-se Grátis e Receba Nosso Kit Exclusivo:

1. E-Book: "Astrobiologia e as Origens da Vida no Universo"
2. Acesso à Nature & Space TV
3. Radar Semanal

A seguir veremos como cientistas e instituições de pesquisa globais estão unindo forças para desenvolver parâmetros objetivos rigorosos para a comunicação de evidências de vida fora da Terra, e por que isso é importante. Em texto, imagens e vídeos.

Vídeo 1: Cientistas atualizam regras para contato alienígena

Vídeo 2: Cientistas criam ferramenta que pode ajudar a detectar vida extraterrestre

Vídeo 3: Nasa Cria Protocolo Para Busca De Vida Extra Terrestre

Vídeo 4: Busca por vida alienígena: pesquisadores encontram nova pista

▶️ Assista Nature & Space TV
Sua TV de Ciência e Tecnologia

LEIA MAIS

Marte: Curiosity Descobre que Água Subterrânea Fluiu com Força Muito Além do Esperado | Nature & Space

Sinais ETs Seriam Distorcidos Pelo Vento Estelar e Explicaria o “Silêncio de Fermi” | Nature & Space

Sem Pousar: Laser Inédito da Astrobiologia Detecta Aminoácidos da Órbita | Nature & Space

Astrobiologia: Busca das Origens e Outras Formas de Vida | Nature & Space

Compartilhar é Livre. Ajude-nos Citando o Link Deste Artigo!

Publicidade

A comunidade científica quer substituir os anúncios gerais por uma escala que diferencia as descobertas: Indicadores, Vida microbiana e civilização fora da Terra

A detecção de uma bioassinatura em um exoplaneta distante ou em uma lua gelada do Sistema Solar não será, muito provavelmente, um momento de “eureca” definitivo, mas sim um longo e complexo processo de confirmação estatística.

Cientes disso, astrobiólogos e instituições de pesquisa de vanguarda, incluindo a NASA, estão profundamente preocupados em estabelecer parâmetros objetivos e uma escala científica clara para comunicar os resultados da busca por vida extraterrestre.

O principal objetivo dessa movimentação é criar uma estrutura de comunicação responsável que prepare a sociedade para a natureza gradual da descoberta científica, blindando o debate público contra o sensacionalismo e as manchetes distorcidas.

Imagem artística. Novo método de busca de vida extraterrestre criado por cientistas da Universidade da California descobre padrões em conexão de moléculas gerado pela vida. Imagem: Gemini, IA do Google. Leia mais: https://naturespace.com.br/criado-metodo-que-pode-identificar-padroes-em-vida-et/
Publicidade

Em uma era onde a desinformação se espalha com velocidade, definir critérios rígidos sobre o que constitui uma evidência inicial versus uma prova definitiva de vida no Cosmos tornou-se uma questão de integridade científica e de utilidade pública global.

A iniciativa visa estabelecer uma escala clara de descobertas, para garantir que o público compreenda a natureza progressiva das evidências astrobiológicas.

Além disso, busca blindar e preservar a credibilidade das instituições cientificas, e garantir a propria continuidade das pesquisas e os financiamentos.

Em especial, a comunidade científica quer substituir os anúncios binários, “achamos” ou “não achamos”, por uma escala de confiança progressiva, similar à escala Richter de terremotos.

Pesquisas de sensoriamento remoto e de campo desenvolvem métodos para identificar assinaturas espectrais de possíveis indicadores e condições para existir vida, que possam ser identificados a distancia. Leia mais: https://naturespace.com.br/astrobiologia-busca-das-origens-e-outras-formas-de-vida/
Publicidade

Parâmetros claros ajudam a diferenciar o sinal de um gás que pode ser gerado por vida da confirmação real de uma civilização ou ecossistema ativo, vivo, de vida microbiana.

A seguir veremos como este trabalho está sendo desenvolvido, e o estado da arte na astrobiologia.

O texto a seguir foi publicado na Revista The Conversation Brasil, por Danilo Albergaria – Pós-doutorando e Jornalista no Laboratório de Astrobiologia, Universidade de São Paulo (USP).

▶️ Assista Nature & Space TV
Sua TV de Ciência e Tecnologia

Vídeo 1: Cientistas atualizam regras para contato alienígena

Publicidade

LEIA MAIS

Ótica Quântica Revelará Planetas Ocultos e Bio-Assinaturas | Nature & Space

Origem da Vida Poderia Ter Iniciado em Gel Aderente a Superfície na Terra Primitiva | Nature & Space

Amostra do Asteroide Bennu Surpreendem Com 14 Aminoácidos: Até Triptofano

Vida Complexa Apareceu Um Bilhão de Anos Antes do Oxigênio Saturar a Atmosfera

Busca por Vida ET da Salto Com Método Que Decifra Padrões Moleculares da Vida | Nature & Space

Compartilhar é Livre. Ajude-nos Citando o Link Deste Artigo!

Amantes do Cosmos e da Terra

Apoie a Continuidade da Nature & Space Doando Qualquer Valor.

A comunidade científica se prepara para comunicar resultados das buscas por vida fora da Terra: entenda como e por quê

O texto a seguir foi publicado na Revista The Conversation Brasil, por Danilo Albergaria – Pós-doutorando e Jornalista no Laboratório de Astrobiologia, Universidade de São Paulo (USP).

Em parceria com a revista FCW Cultura Científica, da Fundação Conrado Wessel, o The Conversation Brasil traz uma série de artigos sobre os desafios da astrobiologia, tema central da edição mais recente.

Trata-se de um campo multidisciplinar da ciência que busca compreender a vida como fenômeno cósmico: sua origem nas interações químicas do Universo primitivo, sua persistência em ambientes extremos, suas condições de possibilidade em outros mundos. No texto abaixo, o jornalista e pesquisador Danilo Albergaria relata as tentativas da comunidade científica de criar parâmetros objetivos para comunicar possíveis evidências de vida fora da Terra, em meio ao avanço das pesquisas e ao risco de anúncios prematuros.

Um descoberta recente demonstrou que o sinal de rádio de um planeta pode começar como um tom agudo (à esquerda, branco), mas pode ser disperso pelos ventos de plasma ao redor da estrela, tornando-se um sinal mais amplo e fraco (à direita, verde). Podemos estar perdendo sinais por estarmos procurando principalmente pela forma branca aguda, em vez da forma verde mais ampla.
Publicidade

Cientistas da NASA publicaram na revista Nature, em 2021, um chamado para a comunidade de astrobiologia elaborar um quadro conceitual para comunicar resultados e possíveis evidências na busca por vida fora da Terra.

Para dar a partida na conversa, os pesquisadores da Nasa propuseram um modelo que chamaram de “Escala de Confiança da Detecção de Vida”.

A escala é mais conhecida na comunidade científica pelo acrônimo CoLD, do original em inglês “Confidence of Life Detection.

A CoLD é uma escala numérica de 1 a 7 que mede o grau de confiança dos resultados na busca por vida extraterrestre. O principal foco da proposta é estabelecer níveis em que as detecções de indícios conhecidos como bioassinaturas podem ser interpretadas como sinais de existência de vida – passada ou presente – fora da Terra.

O nível 1 corresponderia à detecção inicial de um sinal que sabidamente resulta de atividade biológica, mas cuja validade ainda dependeria de análise para descartar contaminações.

No nível máximo, o 7, teríamos uma detecção inequívoca, com linhas adicionais de evidência de atividade biológica em que causas abióticas (ou seja, sem o envolvimento da vida) poderiam ser descartadas.

Notícias sobre possíveis sinais de vida

O objetivo declarado da adoção de uma escala como a CoLD é evitar que projetos voltados à busca por vida extraterrestre sejam avaliados como fracassados caso não produzam detecções certeiras e inequívocas.

Na perspectiva dos proponentes da escala, uma missão que retorne indícios sugestivos da presença de vida, ainda que falhe em atingir uma detecção inequívoca, poderá ser avaliada como progresso na busca.

Projeto conceitual de um coronógrafo de imagem direta quântico-ótimo baseado em ordenação de modos espaciais.  Um estimador de máxima verossimilhança é aplicado à imagem capturada para localizar a posição de um exoplaneta de subdifração. Imagem: Nico Deshler/Universidade do Arizona. Leia mais : https://naturespace.com.br/otica-quantica-revelara-planetas-ocultos-e-bio-assinaturas/
Publicidade

Assim, resultados incertos ainda seriam avanços no conhecimento científico e, quem sabe, poderiam nos aproximar de uma detecção futura.

Outra preocupação manifestada pelos autores da proposta é a de que anúncios prematuros de detecção de vida extraterrestre, especialmente se forem refutados logo em seguida, podem desgastar a confiança pública na astrobiologia.

Atendendo ao chamado, a comunidade científica vem desenvolvendo padrões objetivos para a comunicação de evidências em astrobiologia.

Em 2022, foi publicada uma proposta de padronização para avaliar evidências de bioassinaturas em dois níveis: no básico, assegura-se a autenticidade do sinal, antes de passar a um nível interpretativo, que inclui esforços para eliminar possíveis origens abióticas do indício.

Em 2023, emergiu outra alternativa, adaptando o quadro conceitual utilizado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) para a comunicação de incertezas e do estado de consenso na comunidade científica sobre resultados da busca por vida extraterrestre.

Nenhuma das propostas “pegou” definitivamente, ainda. Mas é notável que, em duas oportunidades, em 2024 e 2025, a Nasa tenha utilizado a escala CoLD em press releases sobre a potencial detecção de possíveis bioassinaturas numa rocha colhida pelo rover Perseverance num antigo leito de rio em Marte.

▶️ Assista Nature & Space TV
Sua TV de Ciência e Tecnologia

Vídeo 2: Cientistas criam ferramenta que pode ajudar a detectar vida extraterrestre

Publicidade

LEIA MAIS

Origem e Evolução da Vida Deve Ser Comum, Nada Improvável

Oxigênio Escuro Produzido no Leito Oceânico É Fonte de Vida

Quais Lugares Poderiam Existir Vida no Sistema Solar?

NASA: Rover Perseverance Encontrou Bioassinatura em Marte

Além de Gaia: Bases Integrarão Sistemas Técnicos na Lua Com a Vida na Terra | Nature & Space

Compartilhar é Livre. Ajude-nos Citando o Link Deste Artigo!

Amantes do Cosmos e da Terra

Apoie a Continuidade da Nature & Space Doando Qualquer Valor.

Entusiasmo com a busca, preocupação com a comunicação

Como historiador de ciência e pesquisador em comunicação da astrobiologia, venho conversando com pessoas da área sobre como comunicar resultados da busca por vida fora da Terra – até organizei um workshop na Universidade de Leiden, na Holanda, para discutir o assunto em 2024 com cientistas e jornalistas.

Também venho colaborando com a Nasa na elaboração da próxima estratégia da década para pesquisas na área. Isso tem me permitido entender as expectativas e preocupações que circulam na comunidade científica.

A figura ilustra um gel pré-biótico na superfície da Terra primitiva, servindo como plataforma onde se presume que tenha ocorrido a evolução química em direção à vida. Imagem ilustrativa: Artigo: https://chemistry-europe.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/syst.202500038 Leia mais: https://naturespace.com.br/origem-da-vida-poderia-ter-origem-em-gel-aderente-a-superficie-na-terra-primitiva/
Publicidade

Conversei longamente com o primeiro autor do artigo que propôs a escala CoLD, o ex-chefe da Nasa James Green. Nos encontramos no primeiro simpósio internacional de agricultura espacial, que ocorreu em São José dos Campos, no interior de São Paulo, em outubro do ano passado.

Green se mostrou muito entusiasmado não apenas com possíveis detecções de bioassinaturas de vida marciana passada, mas também com a possibilidade de a vida microbiana ainda existir nos aquíferos de subsuperfície em Marte.

O planeta já teve condições mais favoráveis à vida como conhecemos no passado remoto e, se água líquida ainda existe debaixo de seu regolito inóspito, poderia ter fornecido o abrigo necessário a micróbios contra a alta radiação que castiga a enferrujada superfície marciana.

O entusiasmo com as possíveis bioassinaturas detectadas com o Perseverance em Marte não é injustificado e dá base para que os cientistas defendam a manutenção da missão de retorno de amostrasferida de morte pelos cortes no orçamento da Nasa pelo governo de Donald Trump.

Localização da Cratera Gale e do Rover Curiosity, Marte. Crédito da imagem: Serviço Geológico de Utah. Leia https://naturespace.com.br/pesquisa-marte-permaneceu-umido-por-muito-tempo-apos-perder-atmosfera/mais :

Só trazendo amostras marcianas para a Terra será possível submeter as possíveis bioassinaturas a análises com equipamentos adequados, diminuindo as incertezas e dirimindo as dúvidas que pairam sobre os resultados.

Os motivos para a comunidade tentar estabelecer parâmetros objetivos para a comunicação de detecções de bioassinaturas não são apenas o otimismo com a busca, mas a expectativa de que os avanços estarão acompanhados de obstáculos e armadilhas na comunicação dos resultados.

Desde 1996, com o estardalhaço midiático provocado pela alegação de detecção de microfósseis num meteorito de origem marciana, o ALH84001, episódios da história recente da comunicação da astrobiologia mostram que essa preocupação é bastante justificada.

Em 2010, a NASA anunciou uma conferência de imprensa sobre resultados que, segundo a agência, teriam impacto na busca por vida extraterrestre.

O anúncio da descoberta de um micróbio que substituiria o fósforo por arsênio em seu maquinário bioquímico não sobreviveu ao hype. Em pouco tempo, outros cientistas descobriram que o microrganismo descrito pela Folha de S.Paulo como “bactéria ET” ainda utilizava fósforo em vez de arsênio, e a alegação caiu por terra.

Vídeo 3: Nasa Cria Protocolo Para Busca De Vida Extra Terrestre

Publicidade

LEIA MAIS

Encontrado Organismo no Limiar Entre a Vida e Não Vida

Análises Revelam Moléculas Orgânicas Complexas em Encélado, lua de Saturno

NASA Não Sabia: Rover Curiosity em Marte Pode Detectar Vida

Vida em Marte? Molécula Encontrada Pode Ser de Atividade Biológica no Passado | Nature Space

Encontrado Fortes Evidências de Clima Úmido Chuvoso em Marte na cratera Jezero | Nature & Space

Compartilhar é Livre. Ajude-nos Citando o Link Deste Artigo!

Publicidade

Amantes do Cosmos e da Terra

Apoie a Continuidade da Nature & Space Doando Qualquer Valor.

Ciclo de refutações

Com sua atmosfera tóxica e corrosiva e um efeito estufa que eleva a temperatura da superfície muito acima da de um forno de cozinha, Vênus andava meio esquecido pela astrobiologia até que, em 2020, sinais de fosfina foram detectados nas nuvens superiores do planeta, onde a temperatura é mais amena.

Aqui na Terra, a fosfina é produzida apenas pela vida, e o resultado animador produziu manchetes entusiasmadas com a possível presença de vida em Vênus – além de impulsionar um punhado de missões espaciais ao nosso vizinho mais próximo.

Um ciclo de refutações e contra-refutações se seguiu ao anúncio inicial e a existência de fosfina nas nuvens venusianas continua muito debatida.

Localização do instrumento SAM no Rover Curiosity. Foto / NASA/JPL-Caltech/MSSS . Leia mais : https://naturespace.com.br/marte-descoberto-moleculas-precursoras-do-rna-e-do-dna/
Publicidade

Em 2023 e 2025, vieram as primeiras alegações de detecção de possíveis bioassinaturas na atmosfera de um exoplaneta. 

Pesquisadores de Cambridge, no Reino Unido, publicaram análises de observações da atmosfera do planeta K2-18b com o telescópio espacial James Webb e alegaram ter detectado – com considerável grau de confiança em 2025 – a presença do composto químico sulfeto de dimetila, ou DMS, que na Terra é produzido por vida marinha, principalmente fitoplânctons.

Novamente, manchetes bombásticas se seguiram à publicação dos estudos, que continham especulações sobre possível vida no exoplaneta. As alegações acabaram refutadas em análises independentes posteriores e o consenso atual é de que as detecções de DMS no K2-18b não se sustentam.

Com o progresso tecnológico produzindo telescópios cada vez mais sensíveis e melhores, é de se esperar que alegações como essas se tornem corriqueiras na próxima década.

Possíveis mecanismos de falsos positivos para O2. Esta ilustração resume os mecanismos atmosféricos pelos quais o O2 poderia se formar abioticamente em alta abundância na atmosfera de um planeta. Crédito da imagem: Meadows, 2017. Leia mais: https://naturespace.com.br/criado-metodo-que-pode-identificar-padroes-em-vida-et/

Se esse padrão se repetir muitas vezes, as consequências para a credibilidade da astrobiologia podem ser muito negativas. Além disso, é difícil saber se estamos nos aproximando de uma descoberta genuína de vida fora da Terra, mas há razões para otimismo.

A comunidade científica vem procurando balancear esse entusiasmo na busca com a sobriedade na comunicação de seus resultados. Resta saber se será bem-sucedida em conciliar as duas forças opostas.

Resumo

Critérios de Rigor: Os novos modelos de relatório exigem a eliminação completa de contaminações terrestres e falsos positivos químicos antes que qualquer anúncio institucional de alto nível seja feito.

O Fim do “Tudo ou Nada”: A comunidade científica quer substituir os anúncios binários (“achamos” ou “não achamos”) por uma escala de confiança progressiva, similar à escala Richter de terremotos.

Evitando Alarmismos: Parâmetros claros ajudam a diferenciar o sinal de um gás que pode ser gerado por vida da confirmação real de uma civilização ou ecossistema ativo.

Gerenciamento de Expectativas: A proposta educa o público e a imprensa manual a entenderem que o avanço na astrobiologia é feito de pequenos passos e verificações repetidas por múltiplos laboratórios.

LEIA TAMBÉM

Astrobiologa de 24 Quer Ser a Primeira a Pisar em Marte | Nature & Space

Inédito: Com Uso de IA Rover Perseverance em Marte Planejou a Própria Rota Sozinho | Nature & Space

Pesquisa: Marte Permaneceu Úmido Por Muito Tempo Após Perder Atmosfera | Nature & Space

Expansão Espacial a Serviço da Vida: Saúde, Energia, Alimento, Comunicação e Conservação | Nature & Space

Vida: Liquens Sobreviveram em Teste Simulado de Marte | Nature & Space

Inusitada Descoberta de Oceano de Água Liquida na Lua Mimas de Saturno Muda Regra de Habitabilidade | Nature & Space

Vídeo 4: Busca por vida alienígena: pesquisadores encontram nova pista

Publicidade

▶️Siga Nature & Space TV no Youtube

Navegue Novos Mundos Todo Dia!

Publicidade

Bibliografia

The Conversation

A comunidade científica se prepara para comunicar resultados das buscas por vida fora da Terra: entenda como e por quê

Por: Danilo Albergaria – Pós-doutorando e Jornalista no Laboratório de Astrobiologia, Universidade de São Paulo (USP)

Revista FCW Cultura Científica

Astrobiologia

Análise Audiovisual

Vídeo 1 Olhar Digital: Cientistas atualizam regras para contato alienígena

Vídeo 2 Noticias Tecnológicas: Cientistas criam ferramenta que pode ajudar a detectar vida extraterrestre

Vídeo 3 Carlos Lima: Nasa Cria Protocolo Para Busca De Vida Extra Terrestre

Vídeo 4 Olhar Digital: Busca por vida alienígena: pesquisadores encontram nova pista

Publicidade

Política de Uso

Compartilhar é Livre. Ajude-nos Citando o Link Deste Artigo!

Por Que Cientistas Se Preocupam Com Critérios Para Comunicar Resultados da Busca Por Vida ET | Nature & Space

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here