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Atualizado 15 de maio de 2026

Mapa inédito da Nasa apresenta quase 6 mil exoplanetas descobertos e candidatos fora do Sistema Solar, obtidos através do Telescópio Tess em uma pequena porção da Via Láctea.

O Mapa foi divulgado pela NASA e pela equipe do Telescópio TESS.

Em quais desses mudos distantes poderia existir vida? Em algum deles poderia existir vida com civilização tecnológica?

Representação artística da missão TESS da NASA. Imagem: NASA/JPL-Caltech

A seguir conheceremos o magnífico mapa da NASA com os exoplanetas ate aqui descobertos, confirmados e não confirmas ainda, conceitos e os significados destas buscas para a ciência da astrobiologia e a sociedade. Em texto, imagens e vídeos.

Vídeo 1: Histórico! NASA contabiliza 6 mil planetas fora do Sistema Solar

Vídeo 2: Exoplanetas: Mundos Fora Do Sistema Solar

Vídeo 3: TESS conclui sua missão principal.

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Somente na década de 1990 foi confirmado que o Sol, a estrela no centro do nosso sistema solar, não é a única estrela com planetas orbitando ao seu redor

A busca de novos mundos, exoplanetas, fora do sistema solar é fascinante e tem encontrado resultados crescentes com o desenvolvimento de tecnologias para a busca de exoplanetas, planetas além do sistema solar.

Um exoplaneta é qualquer planeta além do nosso sistema solar. A maioria orbita outras estrelas, mas alguns exoplanetas errantes, chamados planetas fora do sistema solar, não estão ligados a nenhuma estrela.

Os avanços científicos da década de 1990 confirmaram que o nosso Sol, a estrela no centro do nosso sistema solar, não é a única estrela com planetas orbitando ao seu redor.

Esta visão de todo o céu foi construída a partir de 96 setores do TESS. Até o final de setembro de 2025, quando a última imagem deste mosaico foi capturada, o TESS havia descoberto 679 exoplanetas (pontos azuis) e 5.165 candidatos (pontos laranja). O arco brilhante que atravessa o centro representa o plano da Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães pode ser vista na borda inferior, um pouco à esquerda do centro. As áreas pretas dentro do oval indicam regiões que o TESS ainda não fotografou. NASA/MIT/TESS e Veselin Kostov (Universidade de Maryland, College Park)
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Desde então, por meio de extensas observações terrestres e espaciais, os astrônomos descobriram milhares de exoplanetas.

Já foram descobertos mais de 6.000 exoplanetas, dentre os bilhões que acreditamos existir na Via Láctea.

Uma parcela significativa foi identificada pelo Telescópio Espacial Kepler da NASA, uma missão lançada em 2009, desenvolvimento pelo JPL.

O Telescópio Espacial Spitzer, também gerenciado pelo JPL, ajudou a desvendar as características de alguns exoplanetas, incluindo descobertas que ganharam destaque na mídia sobre o sistema TRAPPIST-1.

Aqui veremos o estado da arte desta busca por exoplanetas, com o mapa atualizado. E dialogar sobre uma das questões mais fundamentais que os cientistas gostariam de responder: Existem exoplanetas semelhantes à Terra que possam abrigar vida?

O novo atlas cósmico, consolidado pelos dados do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), utiliza o método de trânsito para identificar planetas que cruzam suas estrelas.

O método de trânsito para detecção de exoplanetas consiste em medir as quedas na luminosidade das estrelas quando um planeta passa em frente à sua estrela hospedeira. Imagem: NASA/JPL-Caltech
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O mapa não apenas lista os mundos confirmados, mas também os candidatos promissores, oferecendo uma visão sem precedentes da nossa vizinhança galáctica na Via Láctea.

O satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA divulgou sua visão mais completa do céu estrelado até o momento, preenchendo lacunas de observações anteriores.

Quase 6.000 pontos coloridos espalhados pela imagem mostram a localização de exoplanetas confirmados ou candidatos — mundos além do nosso sistema solar — identificados pela missão até setembro de 2025, ao final da segunda missão estendida do TESS.

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Vídeo 1: Histórico! NASA contabiliza 6 mil planetas fora do Sistema Solar

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No mapa de exoplanetas inclui mundos que podem estar cobertos por vulcões, ou sendo destruídos por suas estrelas ou orbitar duas estrelas, com nascer e pôr do sol duplos todos os dias

Esta visão de todo o céu apresentada no novo mapa de exoplanetas foi construída a partir de 96 setores do TESS.

Até o final de setembro de 2025, quando a última imagem deste mosaico foi capturada, o TESS havia descoberto 679 exoplanetas (pontos azuis) e 5.165 candidatos (pontos laranja).

O arco brilhante que atravessa o centro representa o plano da Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães pode ser vista na borda inferior, um pouco à esquerda do centro. As áreas pretas dentro do oval indicam regiões que o TESS ainda não fotografou.

Esta vista de todo o céu mostra o mapa celeste do TESS em uma projeção retangular e marca as localizações de exoplanetas confirmados (azul) e candidatos (laranja). A faixa da Via Láctea, o plano central da nossa galáxia, assume a forma de um U, e a Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia próxima, aparece como o brilho alongado no canto inferior esquerdo. As áreas pretas dentro do mapa indicam regiões que o TESS ainda não fotografou. Imagem: NASA/MIT/TESS e Veselin Kostov (Universidade de Maryland College Park)
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A missão TESS examina uma ampla faixa do céu, chamada setor, durante cerca de um mês de cada vez, usando suas quatro câmeras.

Essas longas observações permitem que a espaçonave rastreie as mudanças de brilho de dezenas de milhares de estrelas, procurando por variações em sua luz que possam ser provenientes de planetas em órbita.

Os pesquisadores montaram um mosaico de todo o céu composto por 96 setores observados entre abril de 2018, quando o TESS iniciou seus trabalhos, e setembro de 2025.

Os pontos azuis na imagem marcam a localização de quase 700 planetas confirmados, até 9 de setembro.

Essa variedade inclui mundos que podem estar cobertos por vulcões, estar sendo destruídos por suas estrelas ou orbitar duas estrelas, experimentando nascer e pôr do sol duplos todos os dias.

Os pontos laranja representam mais de 5.000 planetas candidatos que aguardam verificação.

Esta imagem captura o céu do hemisfério norte visto pelo TESS. O plano central da Via Láctea se arqueia pela imagem, um pouco à esquerda do centro. Os pontos azuis mostram a localização de exoplanetas confirmados e os pontos laranja mostram os candidatos. As áreas pretas no mapa indicam regiões que o TESS ainda não fotografou. Imagem: NASA/MIT/TESS e Veselin Kostov (Universidade de Maryland College Park)
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Até o momento, os cientistas confirmaram mais de 6.270 exoplanetas usando missões como o TESS, e o Telescópio Espacial Kepler (já aposentado pela NASA) e outras instalações.

O mosaico também captura o plano brilhante da nossa galáxia, a Via Láctea, como um arco luminoso no centro.

Os ovais brancos brilhantes no canto inferior esquerdo são as Nuvens de Magalhães (Grande e Pequena). Essas galáxias satélites estão localizadas a 160.000 e 200.000 anos-luz de distância, respectivamente.

Esta imagem captura o céu austral visto pelo TESS. O plano central da Via Láctea se arqueia pela imagem, um pouco à esquerda do centro. Os pontos azuis mostram a localização de exoplanetas confirmados e os pontos laranjas mostram os candidatos. O oval branco brilhante no centro é a Grande Nuvem de Magalhães. As áreas pretas no mapa indicam regiões que o TESS ainda não fotografou. Imagem: NASA/MIT/TESS e Veselin Kostov (Universidade de Maryland College Park)

O TESS da NASA descobre não só exoplanetas, mundos além do nosso sistema solar.

No decorrer de suas extensas observações do céu, o TESS também encontra e monitora todos os tipos de objetos que variam em brilho, desde asteroides próximos a estrelas pulsantes e galáxias distantes que contêm supernovas.

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Vídeo 2: Exoplanetas: Mundos Fora Do Sistema Solar

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As descobertos do Tess ajudam a responder pergunta: estamos sozinhos? O novo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman e o Observatório de Mundos Habitáveis seguirão na busca de resposta

Já se passaram 30 anos desde a descoberta do primeiro planeta orbitando uma estrela semelhante ao nosso Sol. A cada nova descoberta, os cientistas se aproximam da resposta para a pergunta:

Existem outros planetas como a Terra que poderiam abrigar vida como a conhecemos? 

Ainda não temos respostas a essa pergunta. Mas as pesquisas tem encontrado um grande numero de planetas habitáveis, mostrando que eles não são raros.

Os cientistas descobriram milhares de exoplanetas (planetas fora do nosso sistema solar) por toda a galáxia. A maioria só pode ser estudada indiretamente, mas os cientistas sabem que eles variam muito, como ilustrado nesta representação artística, desde pequenos mundos rochosos e gigantes gasosos até planetas ricos em água e aqueles tão quentes quanto estrelas.
Imagem: Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA
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Além disso, descobertas de compostos orgânicos complexos integrantes da vida indicação em nuvens de poeira e gás mostram que a probabilidade de as vida ser difundida e existir em outros lugares é alta.

“Agora, com o nosso futuro Telescópio Espacial Nancy Grace Roman e o Observatório de Mundos Habitáveis, os Estados Unidos liderarão o próximo grande salto — estudando mundos como o nosso ao redor de estrelas como o nosso Sol. Esta é a engenhosidade americana e uma promessa de descoberta que nos une a todos.” Reflete Shawn Domagal-Goldman.

Embora os pesquisadores acreditem que existam bilhões de planetas na Via Láctea, encontrá-los continua sendo um desafio.

Além de descobrir muitos planetas individuais com características fascinantes à medida que o número total de exoplanetas conhecidos aumenta, os cientistas conseguem comparar a população geral de planetas com os planetas do nosso próprio sistema solar.

Muitos telescópios contribuem para a busca e o estudo de exoplanetas, incluindo alguns no espaço (ilustrações artísticas aqui apresentadas) e outros em solo. Esse trabalho é realizado por organizações de todo o mundo, como a ESA (Agência Espacial Europeia), a CSA (Agência Espacial Canadense) e a NSF (Fundação Nacional de Ciência). Imagem: NASA/JPL-Caltech

Por exemplo, embora nosso sistema solar abrigue um número igual de planetas rochosos e gigantes, os planetas rochosos parecem ser mais comuns no universo.

Pesquisadores também descobriram uma variedade de planetas completamente diferentes daqueles do nosso sistema solar:

1- Existem planetas do tamanho de Júpiter que orbitam mais perto de sua estrela-mãe do que Mercúrio orbita o Sol;

2- Planetas que orbitam duas estrelas, nenhuma estrela e estrelas mortas;

3- Planetas cobertos de lava; alguns com a densidade de isopor; e

4- Outros com nuvens feitas de pedras preciosas.

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Vídeo 3: TESS conclui sua missão principal

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A busca de outros mundos exige esforço de análise de toda comunidade: Precisamos trabalhar em conjunto


Menos de 100 exoplanetas foram fotografados diretamente, porque a maioria dos planetas é tão tênue que se perde na luz de sua estrela hospedeira.

Os outros quatro métodos de detecção de planetas são indiretos. Com o método de trânsito, por exemplo, os astrônomos procuram por uma estrela que diminui seu brilho por um curto período quando um planeta em órbita passa em frente a ela.

Para levar em conta a possibilidade de que algo além de um exoplaneta seja responsável por um determinado sinal, a maioria dos candidatos a exoplaneta precisa ser confirmada por observações de acompanhamento, frequentemente utilizando um telescópio adicional, e isso leva tempo.

TRAPPIST-1 (2MASS J23062928-0502285) é uma estrela anã ultra-fria localizada a cerca de 40 anos-luz da Terra na constelação de Aquário. Com nossa tecnologia atual, levaria cerca de 700 anos para viajar para lá. O TRAPPIST-1 fornecerá aos cientistas dados que os ajudarão a entender melhor a formação dos sistemas solares. Orbitando esta estrela estão sete planetas rochosos do tamanho da Terra. Os exoplanetas orbitam em círculos apertados ao redor de seu sol. Imagem: ESA

É por isso que existe uma longa lista de candidatos no Arquivo de Exoplanetas da NASA (hospedado pelo NExScI) aguardando confirmação.

O ritmo de descobertas de exoplanetas acelerou nos últimos anos (o banco de dados atingiu 5.000 exoplanetas confirmados há apenas três anos), e essa tendência provavelmente continuará.

Kesseli e seus colegas preveem receber milhares de candidatos a exoplanetas adicionais da missão Gaia da ESA (Agência Espacial Europeia), que encontra planetas por meio de uma técnica chamada astrometria, e do futuro Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA, que descobrirá milhares de novos exoplanetas principalmente por meio de uma técnica chamada microlente gravitacional.

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A ciência planetária dará ênfase à busca por exoplanetas rochosos semelhantes à Terra e ao estudo de atmosferas em busca de bioassinaturas

Na NASA, o futuro da ciência dos exoplanetas dará ênfase à busca por planetas rochosos semelhantes à Terra e ao estudo de suas atmosferas em busca de bioassinaturas (qualquer característica, elemento, molécula, substância ou elemento que possa ser usado como evidência de vida passada ou presente).

O Telescópio Espacial James Webb da NASA já analisou a composição química de mais de 100 atmosferas de exoplanetas.

Mas estudar as atmosferas de planetas com o tamanho e a temperatura da Terra exigirá novas tecnologias. Especificamente, os cientistas precisam de ferramentas melhores para bloquear o brilho da estrela que o planeta orbita.

Existem varias teorias para o surgimento da vida na Terra. Uma delas é a teoria eletroquímica. No inicio o planeta Terra apresentava intensa atividades vulcânicas, chuvas e relâmpagos. A atmosfera recebia intensa radiação solar. Na atmosfera predominava metano, amônia, hidrogênio e vapores d’água. Reações químicas geravam um composto orgânico denominado coacervado. Esses coacervados comunicavam com o ambiente terrestre. Os coacervados evoluíram para formas de vida primitivas unicelulares, e começaram a reproduzindo.
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E, no caso de um planeta semelhante à Terra, o brilho seria significativo: o Sol é cerca de 10 bilhões de vezes mais brilhante que a Terra. O que seria mais do que suficiente para ofuscar a luz do nosso planeta se visto de um observador distante.

A NASA tem duas iniciativas principais para tentar superar esse obstáculo.

O telescópio Roman levará um instrumento de demonstração tecnológica chamado Coronógrafo Roman, que testará novas tecnologias para bloquear a luz das estrelas e tornar visíveis planetas tênues.

Em seu desempenho máximo, o coronógrafo deverá ser capaz de obter imagens diretas de um planeta com o tamanho e a temperatura de Júpiter orbitando uma estrela como o nosso Sol, e a uma distância semelhante dessa estrela.

Com seu levantamento de microlentes gravitacionais e observações coronográficas, o Roman revelará novos detalhes sobre a diversidade de sistemas planetários, mostrando como sistemas solares como o nosso podem ser comuns em toda a galáxia.

Serão necessários avanços adicionais na tecnologia de coronógrafos para construir um coronógrafo capaz de detectar um planeta como a Terra.

A NASA está trabalhando em um conceito para tal missão, atualmente chamada de Observatório de Mundos Habitáveis.

Informações sobre ExEP e NExScI


O Programa de Exploração de Exoplanetas da NASA é responsável por implementar os planos da agência para a descoberta e compreensão de sistemas planetários ao redor de estrelas próximas.

Ele atua como um ponto focal para a ciência e tecnologia de exoplanetas e integra estratégias coesas para futuras descobertas.

O centro de operações e análise científica do ExEP é o NExScI, sediado no IPAC, um centro de ciência e dados para astrofísica e ciência planetária no Caltech. O JPL é gerenciado pelo Caltech para a NASA.

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Bibliografia

NASA

TESS reveals a stunning night sky.

NASA counts 6,000 planets outside our Solar System.

Exoplanets

Exploring exoplanets – PL’s Search for New Worlds

TSS Telescope

TSS(Transiting Exoplanet Survey Satellite)

Análise Audiovisual

Vídeo 1 Olhar Digital: Histórico! NASA contabiliza 6 mil planetas fora do Sistema Solar

Vídeo 2 Horizonte de Eventos: Exoplanetas: Mundos Fora Do Sistema Solar

Vídeo 3 NASA Goddard: TESS conclui sua missão principal.

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Exoplanetas: Mapa Inédito da Nasa Apresenta 6 Mil Mundos Fora do Sistema Solar | Nature & Space

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